quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Nah!

Não morri lá dentro. 


Na verdade não morri porque a massagista não deixou que isso acontecesse, a estúpida.

Passou oitenta, OITENTA minutos a fazer perguntas, às quais obviamente tive que responder. Quem estava ali como veio ao Mundo e com o "trigo para o ar" (adoro esta expressão) era eu, e como não estava a fazer mais nada, tive que fazer conversa. Atingi um nível de relaxamento equivalente ao que sinto quando acabo de lavar a loiça e me sento durante 10 minutos antes de ir preparar um biberão. Adorei.

E hoje é dia de...


...massagem corporal.

Sim, leram bem. Os meus queridos amigos, tendo consciência de que isto é capaz de me andar a fazer falta, ofereceram-me uma mensagem corporal no meu aniversário. Há 3 meses atrás.

Geralmente tenho mais que fazer do que enfiar-me em Spas (talvez não seja preciso dizer), mas fico tremendamente agradecida.

Já estou aqui sentadinha a ouvir música com pássaros a chilrear e água a correr, à espera que chegue a minha vez. 

Caso não voltem a ouvir de mim, é porque morri ali dentro, está bem? 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Upgrades domésticos #1

Comprámos finalmente um parque cá para casa. Alé-fucking-luia!

Acabaram-se as tentativas de roer tudo o que são cabos de electricidade,  de comer as franjas dos tapetes e de me dar cabo de todos os objectos de decoração de que eu tanto gosto quando viro costas, meu menino.

Na verdade, parte-me o coração ver-te aí dentro...

Ir à casa-de-banho sem medo que consigas chegar onde não deves naquele espaço de tempo tão curto, é altamente.


Pela saúdinha dos meus sentidos #13

E pela vossa também, deixo-vos um dos meus blogues preferidos: o Musiquim.


Sou apaixonada pelo projecto, pelo cuidado nas escolhas, e pelo carinho que os artistas demonstram em participar. Tenho alguns favoritos, mas por hoje deixo-vos o site, para poderem explorar à vontade.

É do caraças!

Ora cliquem lá aqui, e vejam se eu não tenho razão. 

Começo do dia regado a chocolate.

Hoje passei a noite a sonhar com chocolate. Era chocolate aos molhos. Cupcakes, pop-cakes, chocolate líquido e de barrar. Acordei duas vezes, e de cada vez que voltei a adormecer, voltei a sonhar com o mesmo.

Deve ser do tempo, que me obriga a sair de casa poucas vezes, e também do facto de estar já na fase final da minha licença de maternidade (estou há 8 meses em casa...). A falta de coisas para me entreter, para além das tarefas domésticas relacionadas com "manutenção do espaço" (gosto de lhe chamar assim, que soa mais profissional) e com a "manutenção do puto" (também gosto de lhe chamar assim, embora soe a tudo menos profissional), andam a dar-me cabo dos níveis de endorfinas. Para além disso, ando há uma semana sem conseguir fazer nenhum tipo de exercício físico. 

Isto tem que acabar...

Enquanto me mentalizava que não me ia levantar para satisfazer os meus desejos e atacar as tabletes de chocolate que moram no armário da cozinha, comecei a planear uma fuga. Liguei o tablet, e lá arranjei uma receita de um "mug-cake" saudável(porque a parte em que eu fico redonda é dispensável), para preparar no micro-ondas.

Mal acordei, tratei do assunto e...lambuzei-me, pois claro. 
Foi assim o meu início de Terça-feira. Espero que o vosso dia tenha começado tão doce como o meu (e guilty-free/ser gaja é uma merda às vezes).

M.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Pela saúdinha dos meus sentidos #12

Era um destes, se faz favor!



Cheesecake. Todos. Os. dias. Se as minhas ancas não fossem uns buracos negros, que sugam tudo o que por aqui passa.


Bom dia!!

M

Sobre amor, carreira e maternidade. (É só para afastar todas as pessoas que não queiram ler coisas sérias)

A minha relação com o amor mudou. Digo-o com toda a calma e serenidade, que felizmente me enchem a alma nos dias que correm. Não fiz escolhas muito felizes no passado. Não vivi histórias de amor inesquecíveis. Fiz promessas que sabia que não ia cumprir, infelizmente. E não as cumpri, felizmente. Pois tudo isso me levou até onde me encontro agora. Encontrei-o num amigo, no meio de uma paixão, e agora alimento-o debaixo do mesmo tecto em que quero ver o meu filho crescer. Podia ter sido antes, e podia ter sido muito depois também. Estou grata por ter sido no momento em que foi.



Quando descobri que estava grávida, prometi a mim mesma que a vida em que vivo ia passar a ser melhor. Que todos os dias iriam contar para que me sentisse mais realizada, para além do trabalho e das conquistas profissionais. Prometi ao meu filho, quando achei que ele já me percebia, que nunca mais trataria os meus dias da mesma forma.  Os meus dias eram preenchidos por tudo aquilo que ainda me faltava fazer. O que faltava fazer naquele dia, semana, mês...nesta vida. Vivi anos a contar tarefas, apresentações, artigos e candidaturas no meio de calendários e agendas, espalhadas um pouco por toda a parte. Grande parvoíce. 




Ser mãe torna-nos maricas, medricas, lamechas, introspectivas, sensíveis, doridas, mais humanas, amigas, fortes, guerreiras, e todos os adjectivos mais que apontem para a contraditoriedade. Só para avisar que tudo isto nos torna melhores.



Continuam a habitar em mim muitas ambições profissionais. Mas que são postas em perspectiva assim que nascem cá dentro. Não existe nada que me faça mais feliz do que amar e ser mãe.




Fim (do post que acabou de afugentar toda a blogosfera de vez).


Os meus fins-de-semana

Estejam descansadinhas/os e parem de achar que o meu regresso ao blogue foi sol de pouca dura e que dois ou três dias depois já me estou a borrifar para isto outra vez. Nada disso!

É que desde que as minhas semanas passaram a ter biberões, papinhas, cocós e xixis incluídas, os meus fins-de-semana passaram a ter hora para lavandaria, limpezas, idas às compras e afins. É assim. Isto é chegar a domingo à noite a achar que me caiu um cometa em cima.


E nem vamos falar das sessões de Skype intermináveis com as famílias, nas quais entre "Cutxi-cutxi", "Pati-pati", "Brrum-brrum" para a frente e para trás, também têm que haver demonstrações de tudo aquilo que o miúdo aprendeu no espaço de 7 dias. Chegamos ao fim de cada uma, olhámos um para o outro (eu para o homem e o homem para mim) e telepaticamente dizemos "Sobrevivemos a mais uma". Podia ser pior, mas também podia ser um bocadinho mais fácil.


No meio disto tudo, ainda arranjamos tempo para ver um filme, escolher algumas coisas que ainda faltam comprar aqui para casa e para trabalhar um bocadinho. Se os pais deste Mundo não são super-heróis, não sei quem seja.


Espero que desse lado (acho que isto ainda está na fase em que só se ouve gri-gri desse lado), o fim-de-semana vos tenha servido para recuperar energias para mais uma semana de trabalho!


Boa semana!!

M.






domingo, 16 de novembro de 2014

Escurinho II

Estou desde as 5:30 da tarde a achar que, se calhar, já ia vestir o pijama. 


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Querida H&M...

Já temos vindo a falar (assim uma com a outra) sobre a nossa relação. Tudo começou comigo a detestar-te porque de ano para ano era só monos e roupa que só assentava bem à minha querida avó. Depois, começaram as coleções tcharan! e mais não sei o quê, e que de ano para ano ficaram cada vez melhores. Foi aqui que a desgraceira começou. Eu tento fazer as minhas compras longe de ti. Mas quando me aproximo e olho com atenção, há sempre não sei quantos básicos-chave e mais um casaquinho tcharan! da colecção nova que tem que vir morar cá para casa.
Começam a faltar-me desculpas, H&M Suzana! Começam, começam. 
Já não há nenhum "estava um bocadinho mal de roupa", "estava a precisar de uma coisa assim quentinha" ou um "estava em saldos" que me safem. O homem vem ter comigo à porta, beija-me, olha-me para as mãos e diz "Então? Conta lá o que é que estava a fazer tanta falta  desta vez...". Menina má! 

Escurinho


Bonito, não é? (São 16:12h)...

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Sobre este blogue

Acho que deu para reparar que me ausentei por uns tempos aqui da blogosfera. Não foi desleixo (ao contrário do que aconteceu algumas vezes enquanto publicava activamente), foi mesmo uma escolha. Durante estes quase 15 meses sem escrever, algumas coisas mudaram a minha vida, e portanto foi a altura ideal para deixar aquilo que me inquietava, bem como a necessidade de contar coisas a pessoas que não conheço (e que me fazia tão bem!) de lado, e para me focar a 100% na minha vida e nas coisas que quero para ela. 

Lembram-se da antiga descrição do blogue?

"Um blogue escrito por uma tipa que é apaixonada por blogues, mas que também é apaixonada por livros, por música, por ciência, por pessoas (algumas), por viagens e lugares. Esta tipa é portuguesa, mas à conta de uma das suas paixões, vive no estrangeiro."

Continuo a gostar bastante de todas as coisas acima descritas, mas a minha paixão foca-se agora noutras coisas. Por estas novas coisas sou apaixonada. Pelas outras, nutro o gosto e alguma dedicação (quando possível). Se calhar isso faz de mim uma pessoa aborrecida (e por conseguinte, ao blogue também), mas estou-me a borrifar para isso. 


Coisas que vos posso contar:


- Fui mãe.

- Ser mãe é do caraças. Se me dissessem (e disseram) que era tão bom há uns anos atrás, eu não acreditava (e não acreditei).
- Não, este não vai ser mais um baby blogue. Mas é possível que de vez em quando surjam umas quantas fofices à conta disso.
- Continuo a valorizar a minha carreira e a ter ambições em relação a ela. Mas de certa forma, e talvez ao contrário do que imaginei quando pensava em ter filhos, sinto uma tranquilidade em relação a ela que nunca senti. Sobre isto escreverei depois.
- Estão uns dias medonhos por estes lados (o Verão foi uma merda e isto não se faz!).
- O vermelho continua a ser a minha cor preferida.
- Dava tudo por um bacalhau-à-bras. 

E era só isto. 

Mesmo que não esteja...

...quando estiver, não se assustem com a cara nova do blogue.
(Mas qual blogue?) Este mesmo.

Está aí alguém?

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Voltei

A abrir o blogger e a aperceber-me de que não dou sinais de vida há demasiado tempo.

Estou viva. 
Não há motivo para preocupação (para o caso de quererem saber de mim para alguma coisa).

Cá continuo por terras escandinavas, onde o Verão durou umas 4 semanas, se tanto (foda-se lá esta merda). 
Não vejo Portugal desde Dezembro, o que não me traz especial felicidade, como devem imaginar. Mas a ver se em Outubro ponho lá os pés para matar as saudades.

Ando ocupada como o c*r*lho. Mas para a semana submeto um artigo e arrumo com uma grande etapa do meu doutoramento, o que vai saber bem concerteza. 

Em Setembro vou despejar as frustrações para uma ilha grega e raismaparta se não venho de lá com um tom que se assemelhe menos a giz do que a que tenho agora. 

O moço tem tratado bem de mim. Estou feliz.

Sem mais de momento,
M.