Eu sei que falta.
Não passa deste mês, está bem?
A minha vida anda desorganizada e dolorosa nestas últimas semanas. O tempo está esquisito outra vez, ando passar demasiado tempo sozinha no trabalho (isto foi tudo de férias, menos eu) e a minha lista de afazeres cresce a cada dia que passa. Inspiração não tem sido a palavra de ordem por estas paragens. Mas a ver se a coisa melhora...
M.
Um blogue escrito por uma tipa do Norte. Como se isso não bastasse, esta tipa também vive no Norte, só que da Europa. Aqui faz frio e o sol não brilha muitas vezes. É por isso que ninguém se pode chatear comigo se daqui saírem coisas menos bonitas (azedas até, para ser mais precisa). “É da falta de Vitamina D”, é o que eu digo sempre. Sejam bem-vindos!
quarta-feira, 10 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Deixem vir a mim esse Verão!!
Gosto mesmo deste país quando está Sol.
Eu acho que já referi isto aqui no blogue, mas a diferença no comportamento das pessoas e no meu estado de espírito são tão, mas tão evidentes, que é impossível olhar para mim sem se ver um sorriso de orelha a orelha :D
Deixem vir a mim esse Verão!!!
Apesar de isto raramente passar dos 25 graus, é a melhor altura para se andar por cá. Vai-se trabalhar, passear e namorar com este solinho bom até Setembro (S.Pedro, vamos lá ver se continuamos com esta relação saudável, ok?).
Tenham um rico dia! :)
M
Eu acho que já referi isto aqui no blogue, mas a diferença no comportamento das pessoas e no meu estado de espírito são tão, mas tão evidentes, que é impossível olhar para mim sem se ver um sorriso de orelha a orelha :D
Deixem vir a mim esse Verão!!!
Apesar de isto raramente passar dos 25 graus, é a melhor altura para se andar por cá. Vai-se trabalhar, passear e namorar com este solinho bom até Setembro (S.Pedro, vamos lá ver se continuamos com esta relação saudável, ok?).
Tenham um rico dia! :)
M
domingo, 23 de junho de 2013
Boston
Embora não seja das primeiras cidades que me ocorreriam caso me perguntassem o que gostaria de visitar nos Estado Unidos, Boston foi uma agradável surpresa.
Primeiro, pelas temperaturas que se fizeram sentir durante a semana em que lá estive. Armei-me em turista assim que tirei o pezinho do hotel. Sandalinha no pé e t-shirt (God, o quanto esperei por este momento...). Apesar de depois ter estado a chover durante alguns dias da semana, para quem está enfiada num cubo de gelo gigantesco durante o ano todo, já é muito bom.
Depois, pelo ambiente descontraído da cidade, até durante a semana. Pelos estudantes e por Harvard, que é uma lufada de prestígio. Pela linha de metro, que para quem vem de grandes cidades (não é o meu caso) serve de anedota (é a mais antiga dos EUA, e assemelha-se a uma linha de eléctricos, mas subterrânea), mas que é extremamente conveniente e à qual eu achei imensa piada.
Pela quantidade de pubs irlandeses espalhados pela cidade (Boston tem um grande número de imigrantes irlandeses). Para quem gosta de cerveja, como eu, é um bom sítio para se estar :)
As marcas do recente atentado ocorrido durante a maratona ainda estão presentes na cidade. Atletas e habitantes prestam homenagem às vítimas todos os dias, e existe um memorial no centro, que impõe respeito e comove.
Passeei imenso, comi imenso (isto ainda me vai dar muuuuuito que fazer quando chegar à Suécia), e acima de tudo, diverti-me.
Estive ocupada com a conferência, e andei com os meus colegas de trabalho todos os dias (nem tudo podia ser bom), mas no final das contas, foi uma semana muito bem passada.
Deixo-vos algumas fotos da minha semana.
M.
sábado, 22 de junho de 2013
Mil perdões e umas desculpazinhas que vos devo.
Pois, isto de manter um blogue no activo exige tempo e dedicação. Que eu tentei ao máximo manter, mas que nas últimas semanas me andaram a faltar...
Por isso mesmo, aqui apresento mil perdões aos leitores deste blogue. Isso, e uma lista de desculpazinhas (é favor ler os pontos que se seguem).
- E não é que deixei de estar na bancada dos solteiros? Pois, isto não é desculpa nenhuma de jeito, mas meu filhos, isto andou-me a tirar o sono e o descanso durante umas boas semanas. Mas tudo está bem quando acaba bem. Sobre isto, só vou dizer que é algo completamente novo para mim e que me está a fazer muito feliz.
- Andei a correr antes de vir para os Estados Unidos com trabalho que tinha que ficar feito, mais uma apresentação para preparar antes da conferência em Boston. Correu bem, e deixei a chefe e os colegas orgulhosos. E a mim também.
- Uma semana passada em Boston na conferência. Um espectáculo meus queridos, um espectáculo! Vim de lá com vontade de mudar o mundo e de descobrir uma cena daquelas fortíssimas, uma cura para qualquer coisa ou um método inovador ou qualquer coisa que o valha. Motivação não me falta.
- Conhecer Boston foi muito bom. Mas sobre isso escreverei depois.
- Conferência aviada, malas-para-que-te-quero em direcção a Nova Iorque. Sobre esta viagem, também vos conto depois. Estou muito feliz por tê-la feito e certamente que não me vou esquecer tão cedo.
- Artigo para publicar ainda este Verão. Claro que não há bela sem senão. Isto de tirar férias antes do Verão é bonito, mas depois vou andar a pagar o preço por estas duas semanas de laréu.
E é isto.
Espero que não me mandem ir escrever posts para mim mesma depois desta ausência.
Bom fim-de-semana! :)
M.
Por isso mesmo, aqui apresento mil perdões aos leitores deste blogue. Isso, e uma lista de desculpazinhas (é favor ler os pontos que se seguem).
- E não é que deixei de estar na bancada dos solteiros? Pois, isto não é desculpa nenhuma de jeito, mas meu filhos, isto andou-me a tirar o sono e o descanso durante umas boas semanas. Mas tudo está bem quando acaba bem. Sobre isto, só vou dizer que é algo completamente novo para mim e que me está a fazer muito feliz.
- Andei a correr antes de vir para os Estados Unidos com trabalho que tinha que ficar feito, mais uma apresentação para preparar antes da conferência em Boston. Correu bem, e deixei a chefe e os colegas orgulhosos. E a mim também.
- Uma semana passada em Boston na conferência. Um espectáculo meus queridos, um espectáculo! Vim de lá com vontade de mudar o mundo e de descobrir uma cena daquelas fortíssimas, uma cura para qualquer coisa ou um método inovador ou qualquer coisa que o valha. Motivação não me falta.
- Conhecer Boston foi muito bom. Mas sobre isso escreverei depois.
- Conferência aviada, malas-para-que-te-quero em direcção a Nova Iorque. Sobre esta viagem, também vos conto depois. Estou muito feliz por tê-la feito e certamente que não me vou esquecer tão cedo.
- Artigo para publicar ainda este Verão. Claro que não há bela sem senão. Isto de tirar férias antes do Verão é bonito, mas depois vou andar a pagar o preço por estas duas semanas de laréu.
E é isto.
Espero que não me mandem ir escrever posts para mim mesma depois desta ausência.
Bom fim-de-semana! :)
M.
domingo, 16 de junho de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
As minhas paixões
Pois que nesta descrição que aparece aqui em cima a cinza-rato, a tipa se descreve como uma apaixonada por não sei quantas coisas, e que uma delas a faz viver no estrangeiro.
Depois de responder individualmente a algumas pessoas que que me perguntaram qual das paixões é que me fazia viver no estrangeiro, aqui venho eu esclarecer as possíveis dúvidas.
A ciência.
É por causa da dita que a tipa se armou de malas e bagagens e veio morar aqui para o fresquinho, que é bom e faz bem à pele.
E acreditem que é uma verdadeira paixão. Amo de coração aquilo que faço. Sou nerd, gosto de "inteligentices", gosto de passar o dia a trabalhar no sentido de provar teorias em que pouca gente acredita, mas em que eu acredito e muito. Dá-me pica. Fascina-me a possibilidade que a ciência nos dá de experimentar coisas, testar até ao limite, errar para voltar a tentar, acertar e contar uma história acerca da descoberta. Fico fula com aquele tipo de pessoas que diz que trabalhar em investigação científica é o mesmo que passar a vida a brincar. Não é. Mas quando se gosta, também pode ser divertido. Mas acima de tudo, e mesmo acima de tudo, é útil.
Sim, tenho orgulho naquilo que escolhi para a minha vida. Não, não sei se o vou fazer até ao final dos meus dias. Ninguém o pode prever, e eu não sou diferente.
Quanto ao facto de o fazer no estrangeiro, tratou-se apenas de uma fuga estratégica. Na altura em que comecei a pensar em futuro, as coisas já se previam azedar no que toca a investigação no meu adorado país. Não me vim embora só porque queria muito trabalhar no estrangeiro. Vim-me embora porque tive mesmo que vir, e é se queria dar dar sentido ao dinheiro que os meus pais a tanto custo investiram em mim. Obviamente que queria experimentar coisas novas, outras culturas e métodos de trabalho. Também é importante. Mas acima de tudo estava a minha vontade de fazer aquilo que queria fazer com menos limitações do que aquelas que previa ter caso ficasse em Portugal.
Licenciatura e Mestrado em universidades públicas portuguesas. Um programa Erasmus no segundo ano de Faculdade e um estágio científico no último ano de mestrado, também no estrangeiro. Mais 5 anos de neurónios a serem puxadinhos até ao limite e muita dor de cabeça, e ainda a oportunidade de interagir com excelentes cientistas portugueses que não foram só meus professores, foram verdadeiros mentores, amigos e fontes de inspiração. Estes factores abriram-me as portas para o destino final: Suécia.
Nem tudo foi bonitinho e certinho, não. Sempre tive uma tendência para causar uma impressão de quem se está nas tintas para o sistema. Não porque estivesse, mas porque o sistema está habituado a estereótipos. Ao longo dos anos, sempre fui menina para estabelecer regras em relação a tudo e mais alguma coisa. Regras que impus a mim mesma, e que fui seguindo, mas que nem sempre estavam à vista de todos.
Durante a faculdade tive um grupo de amigos que era conhecido por todos como o grupo da boémia (pfff, que saudades do tempo em que assim era...). Diverti-me à grande, pá. Esta imagem de não-quero-saber-eu-é-que-sei trouxe-me alguns dissabores. Apesar das boas notas e de todo o esforço, vi-me prejudicada em algumas situações à conta disso. Mas não interessa. Hoje olho para trás e tenho a certeza de que repetia 90% da asneirada que fui fazendo. Por duas razões: porque me fez feliz, e porque nada disso me impediu de atingir qualquer um dos meus objectivos a nível profissional.
Pronto, era isto que tinha para vos contar.
Tenham uma sexta-feira à maneira.
M
Depois de responder individualmente a algumas pessoas que que me perguntaram qual das paixões é que me fazia viver no estrangeiro, aqui venho eu esclarecer as possíveis dúvidas.
A ciência.
É por causa da dita que a tipa se armou de malas e bagagens e veio morar aqui para o fresquinho, que é bom e faz bem à pele.
E acreditem que é uma verdadeira paixão. Amo de coração aquilo que faço. Sou nerd, gosto de "inteligentices", gosto de passar o dia a trabalhar no sentido de provar teorias em que pouca gente acredita, mas em que eu acredito e muito. Dá-me pica. Fascina-me a possibilidade que a ciência nos dá de experimentar coisas, testar até ao limite, errar para voltar a tentar, acertar e contar uma história acerca da descoberta. Fico fula com aquele tipo de pessoas que diz que trabalhar em investigação científica é o mesmo que passar a vida a brincar. Não é. Mas quando se gosta, também pode ser divertido. Mas acima de tudo, e mesmo acima de tudo, é útil.
Sim, tenho orgulho naquilo que escolhi para a minha vida. Não, não sei se o vou fazer até ao final dos meus dias. Ninguém o pode prever, e eu não sou diferente.
Quanto ao facto de o fazer no estrangeiro, tratou-se apenas de uma fuga estratégica. Na altura em que comecei a pensar em futuro, as coisas já se previam azedar no que toca a investigação no meu adorado país. Não me vim embora só porque queria muito trabalhar no estrangeiro. Vim-me embora porque tive mesmo que vir, e é se queria dar dar sentido ao dinheiro que os meus pais a tanto custo investiram em mim. Obviamente que queria experimentar coisas novas, outras culturas e métodos de trabalho. Também é importante. Mas acima de tudo estava a minha vontade de fazer aquilo que queria fazer com menos limitações do que aquelas que previa ter caso ficasse em Portugal.
Licenciatura e Mestrado em universidades públicas portuguesas. Um programa Erasmus no segundo ano de Faculdade e um estágio científico no último ano de mestrado, também no estrangeiro. Mais 5 anos de neurónios a serem puxadinhos até ao limite e muita dor de cabeça, e ainda a oportunidade de interagir com excelentes cientistas portugueses que não foram só meus professores, foram verdadeiros mentores, amigos e fontes de inspiração. Estes factores abriram-me as portas para o destino final: Suécia.
Nem tudo foi bonitinho e certinho, não. Sempre tive uma tendência para causar uma impressão de quem se está nas tintas para o sistema. Não porque estivesse, mas porque o sistema está habituado a estereótipos. Ao longo dos anos, sempre fui menina para estabelecer regras em relação a tudo e mais alguma coisa. Regras que impus a mim mesma, e que fui seguindo, mas que nem sempre estavam à vista de todos.
Durante a faculdade tive um grupo de amigos que era conhecido por todos como o grupo da boémia (pfff, que saudades do tempo em que assim era...). Diverti-me à grande, pá. Esta imagem de não-quero-saber-eu-é-que-sei trouxe-me alguns dissabores. Apesar das boas notas e de todo o esforço, vi-me prejudicada em algumas situações à conta disso. Mas não interessa. Hoje olho para trás e tenho a certeza de que repetia 90% da asneirada que fui fazendo. Por duas razões: porque me fez feliz, e porque nada disso me impediu de atingir qualquer um dos meus objectivos a nível profissional.
Pronto, era isto que tinha para vos contar.
Tenham uma sexta-feira à maneira.
M
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Zzzzzzzzzzzzzzz
Trabalhar 15 horas por dia anda a deixar-me de rastos e sem tempo para o blogue. Mas se correr bem, vai valer tanto mas tanto a pena!
Novidades das boas muito em breve. :D
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Deixem o amor acontecer
Fico feliz com decisões como a que foi tomada no parlamento acerca da co-adopção por casais homossexuais. E orgulhosa também. Deu para perceber que ainda lá temos uma maioria de badamecos que serve para alguma coisa.
Quanto às consequências desta medida, façam-me um favor: deixem o amor acontecer. Deixem-se de merdas em relação a escolhas sexuais, moralismos, tipos de educação e "anormalidades". O amor pode e deve ser dado por qualquer ser humano a qualquer ser humano. Ponto. Enquanto for tão simples quanto isto, não podem existir limites impostos seja a quem for no que toca à simples vontade de amar alguém como se fosse seu.
Já vi opiniões muito bem fundamentadas em relação ao assunto, mas ainda não me apareceu nenhuma dessas que fosse contra a medida. Portanto assim sendo, façam-me outro favor: arranjem mais qualquer coisinha com que se chatear, está bem?
M
Quanto às consequências desta medida, façam-me um favor: deixem o amor acontecer. Deixem-se de merdas em relação a escolhas sexuais, moralismos, tipos de educação e "anormalidades". O amor pode e deve ser dado por qualquer ser humano a qualquer ser humano. Ponto. Enquanto for tão simples quanto isto, não podem existir limites impostos seja a quem for no que toca à simples vontade de amar alguém como se fosse seu.
Já vi opiniões muito bem fundamentadas em relação ao assunto, mas ainda não me apareceu nenhuma dessas que fosse contra a medida. Portanto assim sendo, façam-me outro favor: arranjem mais qualquer coisinha com que se chatear, está bem?
M
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Para o raio que os parta a todos!
Passo o dia a lidar com pessoas com as quais não me identifico minimamente. Mas tenho a noção de que não somos todos iguais e portanto, respeito toda e qualquer opinião ou maneira de ser diferente da minha (por muito que me custe).
Gostava, mas gostava mesmo muito que isso fosse recíproco. É chato ter alguém a apontar os teus defeitos, as tuas manias, o que comes e quantas vezes te levantas da secretária para mijar durante um dia, sem que se aperceba de que eu não costumo fazer o mesmo. Raios.
Gostava, mas gostava mesmo muito que isso fosse recíproco. É chato ter alguém a apontar os teus defeitos, as tuas manias, o que comes e quantas vezes te levantas da secretária para mijar durante um dia, sem que se aperceba de que eu não costumo fazer o mesmo. Raios.
De mão dada
Hoje voltei a andar de mão dada com alguém na rua. Estranho.
Vocês desculpem-me a deficiência mental que tem andado este blogue ultimamente. Estou a passar por coisas que me andam a fritar o cérebro e consequentemente, isto ora faz sentido, ora parece saído do diário de Bridget Jones, rasimeparta...
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Coisinhas que me tiram a paciência
1) Gente que não passa um dia sem me vir falar mal dos outros.
2) Pessoas que perdem a paciência com gente que se atrasa (sim, sou patologicamente atrasada, não há nada a fazer, por muito que me esforce não chego a horas a sítio nenhum).
3) Trabalhar com sono.
4) Querer falar sobre coisas sérias e não me prestarem a devida atenção.
5) Gabarolice (NÃO GOSTO de gente que passa a vidinha a gabar-se e que tem que parecer sempre melhor do que os outros, credo).
6) Que me façam ver filmes sem me perguntarem primeiro se quero ver aquele ou outro qualquer.
7) Colegas de trabalho (todos).
8) Que se ponham em cima do meu ombro a pressionar-me para fazer as coisas mais rápido (o que para mim é quase impossível, uma vez que ando sempre a correr, mas mesmo assim ainda há gente a testar os meus limites...)
9) Que não me digam o que pensam de mim, especialmente quando é mau.
10) Pessoas que nunca estão bem em lado nenhum.
Por hoje, números 1, 2, 3, 5, 7, 8 e 9 já foram à vida.
Pela saúdinha dos meus sentidos #11
Ora, aqui vai disto para embalar o trabalho nesta segunda-feira.
Lá fora está sol, mas frio. Aqui dentro está como se pode. Vamos!
Tenham um rico dia e que a força esteja convosco :D
M
Lá fora está sol, mas frio. Aqui dentro está como se pode. Vamos!
Blind Man,
by Gregg Allman
Tenham um rico dia e que a força esteja convosco :D
M
domingo, 12 de maio de 2013
Nó
Tenho um nó na garganta. Daqueles que doem e que moem e que chateiam e que se deseja que passem rápido.
Não tenho tido muita vontade para escrever (peço desculpa...), nem de comer, nem de trabalhar (apesar de não ter outro remédio). Não acho que deva falar muito disto aqui no blogue, talvez o venha a fazer mais tarde, mas até lá vou-me manter mais no silêncio do que é saudável em relação a ele.
Tenho por todos os meus amigos e amizades que partilho com eles, um respeito e um amor que não têm fim. E neste momento, uma das mais presentes na minha vida nos últimos dois anos parece estar a caminhar em cima de uma corda que não pára de bambolear. E por razões que nem vale a pena explicar, de tão parvas que são...
Tenho mesmo um nó na garganta, foda-se.
Apetece-me fazer delete em alguns dias da minha vida nos últimos dois meses. E é para apagar momentos bons e outros que sem saber muito bem o que eram, agora sei que eram bons também. Mas quero apagá-los. E quero as noites na varanda a falar de coisa nenhuma, os passeios de bicicleta, as tardes de gelado e os domingos de documentários de volta. Quero mesmo.
Tenham um domingo melhor que o meu, por favor.
M
Não tenho tido muita vontade para escrever (peço desculpa...), nem de comer, nem de trabalhar (apesar de não ter outro remédio). Não acho que deva falar muito disto aqui no blogue, talvez o venha a fazer mais tarde, mas até lá vou-me manter mais no silêncio do que é saudável em relação a ele.
Tenho por todos os meus amigos e amizades que partilho com eles, um respeito e um amor que não têm fim. E neste momento, uma das mais presentes na minha vida nos últimos dois anos parece estar a caminhar em cima de uma corda que não pára de bambolear. E por razões que nem vale a pena explicar, de tão parvas que são...
Tenho mesmo um nó na garganta, foda-se.
Apetece-me fazer delete em alguns dias da minha vida nos últimos dois meses. E é para apagar momentos bons e outros que sem saber muito bem o que eram, agora sei que eram bons também. Mas quero apagá-los. E quero as noites na varanda a falar de coisa nenhuma, os passeios de bicicleta, as tardes de gelado e os domingos de documentários de volta. Quero mesmo.
Tenham um domingo melhor que o meu, por favor.
M
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Está na hora
De sair para o centro e aproveitar as temperaturas que se fazem sentir lá fora.
Amanhã é dia de trabalho, mas hoje é dia de relaxar, beber uma cerveja com amigos e fumar uma cigarrada.
Vou manca e com parte do corpo quase imobilizada (ainda não vos contei do tralho de bicicleta que dei ontem), mas vou.
Tenham uma boa noite!!
M
"Have a Nice Weekend!"
Apesar de às vezes ser chatinho morar aqui, isto até tem vantagens.
Uma delas é o facto de na tarde do dia anterior a um feriado não se trabalhar, e outra é o facto de se fazerem pontes, SEMPRE.
(Não vou parar de trabalhar nem num nem noutro, nem no feriado, mas adiante)
Sorri-se e diz-se "Have a nice weekend! See you on Monday!!". E fico descansadinha no laboratório sem ninguém para me dar cabo da paciência. É bom.
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